#25k Jô Xico
Big cocks do it better... Esta frase é basilar e identificativa daquele belo caralho que é o do preto. Cresci a ouvir esta frase e deixem que vos diga que o poder da sexualidade não se mede pela velocidade. É por um tipo o ter grande ou pequeno que o faz melhor ou pior, é tudo uma questão de comprimento e de diâmetro. Podemos agarrar-nos à regueifa, meter os dedos no cu, o que interessa mesmo é o tamanho e como queremos foder, o resto são uns pormerores de fisting*.
O João Francisco não tinha um caralho, era antes possuidor de um bacamarte (tipo preto). Não vou por-me para aqui a gabar as qualidades do orgão (afinal isto não um artigo da Maria), mas debruçar-me sobre o espaço físico do pau.
João era um rapaz muito bem dotado, calado como uma gaja a fazer broxe e que só se maifestava quando achava que se estava a mover em mamas sobejamente conhecidas. Uma noite de muita chuva e lama em que tudo estava alagado, sentiu-se à vontade para se fazer ao meu par.
Estivemos num bar em que o barman (amigo dele) não nos estava a tentar embebedar mas antes afogar em caipirinha, e eu com as bóias de salvação à vista.
Saímos do bar e numa jogada muito elaborada [- Fodes?!] acabámos numa floresta à antiga portuguesa: preservativos no chão, cuecas e parôlos e mirones masturbadores que nunca mais acabava. De vez em quando relanceava o olhar lá para fora à procura de Noé no meio da populaça mas nem sinal do meu primo.
Mesmo com frio lá fora as coisas aqueceram, e nestas coisas quem não tem rata caça com cu, resolvemos afagarmo-nos da forma mais simples: afastamos a roupa, cobrindo-nos de esperma e afins.
Partimos pelo missionário e depois foi de retro, olhámos um para o outro e rimos à gargalhada...
O João Francisco acabou por me deixar nesse fim de semana, não o valia o que me pagava, confessou-me em surdina.
[Se os portugueses o conseguem fazer de forma comercial, porque raio é que dizem que os pretos o fazem melhor?]
* Para os menos atentos fisting significa dá-lhe com a mão.
SB Traduções
Adaptado daqui!
O João Francisco não tinha um caralho, era antes possuidor de um bacamarte (tipo preto). Não vou por-me para aqui a gabar as qualidades do orgão (afinal isto não um artigo da Maria), mas debruçar-me sobre o espaço físico do pau.
João era um rapaz muito bem dotado, calado como uma gaja a fazer broxe e que só se maifestava quando achava que se estava a mover em mamas sobejamente conhecidas. Uma noite de muita chuva e lama em que tudo estava alagado, sentiu-se à vontade para se fazer ao meu par.
Estivemos num bar em que o barman (amigo dele) não nos estava a tentar embebedar mas antes afogar em caipirinha, e eu com as bóias de salvação à vista.
Saímos do bar e numa jogada muito elaborada [- Fodes?!] acabámos numa floresta à antiga portuguesa: preservativos no chão, cuecas e parôlos e mirones masturbadores que nunca mais acabava. De vez em quando relanceava o olhar lá para fora à procura de Noé no meio da populaça mas nem sinal do meu primo.
Mesmo com frio lá fora as coisas aqueceram, e nestas coisas quem não tem rata caça com cu, resolvemos afagarmo-nos da forma mais simples: afastamos a roupa, cobrindo-nos de esperma e afins.
Partimos pelo missionário e depois foi de retro, olhámos um para o outro e rimos à gargalhada...
O João Francisco acabou por me deixar nesse fim de semana, não o valia o que me pagava, confessou-me em surdina.
[Se os portugueses o conseguem fazer de forma comercial, porque raio é que dizem que os pretos o fazem melhor?]
* Para os menos atentos fisting significa dá-lhe com a mão.
SB Traduções
Adaptado daqui!
