Sargento Begueiro Traduções

Transcrições feitas dos textos da senhora Joana Pandora. Afinal a reinvenção também é uma arte. Neoplasticismo, já ouviram falar?!

Tuesday, April 18, 2006

#25k Jô Xico

Big cocks do it better... Esta frase é basilar e identificativa daquele belo caralho que é o do preto. Cresci a ouvir esta frase e deixem que vos diga que o poder da sexualidade não se mede pela velocidade. É por um tipo o ter grande ou pequeno que o faz melhor ou pior, é tudo uma questão de comprimento e de diâmetro. Podemos agarrar-nos à regueifa, meter os dedos no cu, o que interessa mesmo é o tamanho e como queremos foder, o resto são uns pormerores de fisting*.

O João Francisco não tinha um caralho, era antes possuidor de um bacamarte (tipo preto). Não vou por-me para aqui a gabar as qualidades do orgão (afinal isto não um artigo da Maria), mas debruçar-me sobre o espaço físico do pau.

João era um rapaz muito bem dotado, calado como uma gaja a fazer broxe e que só se maifestava quando achava que se estava a mover em mamas sobejamente conhecidas. Uma noite de muita chuva e lama em que tudo estava alagado, sentiu-se à vontade para se fazer ao meu par.

Estivemos num bar em que o barman (amigo dele) não nos estava a tentar embebedar mas antes afogar em caipirinha, e eu com as bóias de salvação à vista.

Saímos do bar e numa jogada muito elaborada [- Fodes?!] acabámos numa floresta à antiga portuguesa: preservativos no chão, cuecas e parôlos e mirones masturbadores que nunca mais acabava. De vez em quando relanceava o olhar lá para fora à procura de Noé no meio da populaça mas nem sinal do meu primo.

Mesmo com frio lá fora as coisas aqueceram, e nestas coisas quem não tem rata caça com cu, resolvemos afagarmo-nos da forma mais simples: afastamos a roupa, cobrindo-nos de esperma e afins.

Partimos pelo missionário e depois foi de retro, olhámos um para o outro e rimos à gargalhada...
O João Francisco acabou por me deixar nesse fim de semana, não o valia o que me pagava, confessou-me em surdina.

[Se os portugueses o conseguem fazer de forma comercial, porque raio é que dizem que os pretos o fazem melhor?]

* Para os menos atentos fisting significa dá-lhe com a mão.

SB Traduções

Adaptado daqui!

Friday, March 31, 2006

#23 Henrique

Sexo, muito ou pouco (de preferência em doses industriais) é um condimento essencial para qualquer relação. Não é preciso que o senhor que me acompanha esteja a toda a hora a penetrar, mas saber encaixar bacamarte e mandar umas na hora certa é sempre bom.

Há mulheres que olham para o cu, para as pernas, para o corte de cabelo, para a paciência que os homens têm com a televisão, mas eu sou bem mais fútil: gosto que me fodam, pronto, já disse.

Quando estava com o Henrique (não é que tenha durado muito mas foi por outras razões) fartava-me de foder. Era completamente disparatado e lembrava-se de foder nos piores momentos; fazia de propósito, tenho a certeza absoluta. Sabem quando estamos naquelas situações em que não convêm foder, como os baptizados, conferências, aqueles momentos solenes cujos oradores nos olham por cima dos óculos com a ameaça de Inferno?! Pois nessas alturas ele mandava o bacamarte de fora e eu ia às lágrimas para não me engasgar.

Mas não se ficava por aí...

A nossa primeira vez (leram bem, vou entrar em pormenores) foi num ambiente de sonho. No Hotel Monte Prado em Esgalhaço que tinha acabado de ser inaugurado e ele, como bom conhecedor destas grutas do Portugal profundo, deu-me lá.

Já namorávamos há dois meses e ele estava a ver a vida a andar para trás. Dois meses só com broxinhos e jerking off(masturbação para os amigos, punheta para os mais esclarecidos) e já lhe via os olhos a saltar das órbitas; cá para nós, eu também já andava com as hormonas a praticar salto à vara.

Então fizemos uma coisa que fica sempre bem, uma queca por marcação, se bem que entre nós era mais (não amor mas) paixão por marcação.

Fizemos o check in, fomos até ao Solar do Alvarinho, mamamos duas garrafas de Reguengos de Malhanço(1º prémio nesse ano), jantámos com mais duas garrafas da mesma zurrapa (não nos fosse fazer mal a mistura) e quando chegamos ao nosso covil já íamos a rir como se todo mundo ficasse impotente no dia seguinte.

Já na cama começaram as brincadeiras, "xupa para aqui", "brocha para acolá", "deixa ver o que tens aqui", "olha que giro isto" e a determinado momento, já os ânimos estavam descontrolados fomos directos ao assunto.

- Estás feliz por me ver ou isso é um cacetete no meu cu??

- Não é um cacetete, é uma piroca, comprida e oca.

[Comecei a rir e já vos digo que foi bem melhor com as gargalhadas!]



Mais uma tradução: SB Traduções

Adaptado daqui!

Thursday, March 30, 2006

#22 Hugo

Costumo dizer que sou um animal de corte; os meus amigos dizem que sou uma cadela com muito cio. Não nasci num berço de ouro, quanto muito foi de latão, riscado, e tive que usar os pulsos para bater ao cota mais rico que conheci na minha vida.

Acredito piamente que algumas línguas (más por sinal), já estão a imaginar que eu tenha subido mais com a boca, e não deixam de ter razão. Sou lasciva e ganhei muito com isso, pelo menos quero acreditar nisso; ou será que foi o decote que me abriu as pernas?

O que é certo, certo é que sou uma boa profissional e deixo os meus atributos em mãos alheias.

Mas estamos a falar da corte e não de capacidades intrínsecas do ser que podem ser ordenhadas. A corte ou se tem ou então não há nada a fazer.

Aqui há uns tempos, estava com um projectil super importante da minha agência metido. Era o voto de confiança que me podia fazer subir mais um degrau dentro da hierarquia. Puseram a trabalhar comigo duas pessoas relativamente verdes dentro da empresa: uma rapariga adorável, de rendas e folhos e um rapaz com tudo.

Ao princípio batia tudo e entendíamo-nos muito bem. O Hugo não conseguia deixar o seu pequeno pilau de lado e a Sónia dizia que sim a tudo.

Estava confortável com a minha equipa e como nestas que ganham não se muda, acomodei-me, até ao dia...
O Hugo chegou todo entesuado ao meu gabinete e metralhou:

- Só mesmo uma mulher para me dar de tanta impotência!

Olhei para ele com pestanas nos olhos e olhei para a pila que segurava nas mãos. Calculei a quantidade de esperma que podia fazer com ela e reconsiderei. De certeza que estava a referir-se à Sónia, mas aquela pontinha secava-me a boca.

- Esporra...
- Esporro?! Uma punheta destas é típica de uma mulher!
Do alto da minha experiência a caminho dos trinta olhei para a pilinha dele e engatilhei a minha boca de sniper: susti a respiração, reduzi os batimentos cardíacos e...
- Veste lá o teu fato de cabedal e tira essas meias nojentas que nem vais chegar a aquecer. Sabes que alinho muito bem com estes machismos de qualidade dúbia.

- Como é que é?!
- Eu falo e tu obdeces, tás a ver?

Engasgou-se e descobriu que naquela situação eu seria a patroa.

[Nunca um homem teve tanta sorte]


Versão begueira: SB Traduções.

Adaptado daqui!